A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. Esse definição surgiu na Comissão Mundial do Meio Ambiente e representa uma nova forma desenvolvimento econômico. São as nações reconhecendo que os recursos naturais são finitos e que precisamos cuidar deles. É uma troca da quantidade da produção, pela qualidade da mesma. O único problema é que isso tende a freiar países em desenvolvimento sendo assim o desenvolvimento sustentável, visto por esse âmbito, é favorável para os países desenvolvidos (e geralmente os maiores poluentes).
Infelizmente o desenvolvimento é confundido e interligado com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Nenhum país em desenvolvimento aceita ser freado, ainda mais se levarmos em conta que o atual cenário mundial é detrimento da industrialização e do consumo dos países do norte. Sugere-se então que as nações de “1º mundo” diminuam sua emissão de poluentes. Esse troca-troca de responsabilidades é péssimo pois segue em direção oposta ao plano inicial, de que todos precisam contribuir, gerando um jogo de interesses entre vários países (em especial China e os EUA).
Em contra partida aos países, as empresas já começaram a traçar seus desenvolvimentos sustentáveis. Por vezes existe mais o rotulo de sustentável do que um desenvolvimento, porem algumas empresas não só seguem o padrão, como viram nele um caminho econômico e lucrativo. Alem disso a imagem de ecológica torna-se um marketing para a empresa que sai lucrando com isso. É bom para o mundo e é bom pra as empresas.
Algumas corporações que já adotaram o desenvolvimento sustentável:
Fibria (Aracruz)





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